segunda-feira, 29 de março de 2010

Você é uma pessoa criativa?


-As pessoas criativas possuem peculiaridades bem definidas que as distinguem das pessoas comuns. Se você quiser saber o quanto é criativo, analise a sua maneira de encarar os problemas e verifique se está de acordo com essas características:

- Competência: as pessoas criativas são competentes no que fazem e sentem um profundo orgulho disto. Por isso exigem, antes de tudo, respeito ao seu modo de trabalhar.

- Desafio: as pessoas criativas são estimuladas pelos grandes problemas ou dificuldades diárias. As situações de crise são particularmente motivadoras para os criativos.

- Liberdade: as pessoas criativas apresentam um irrepreensível sentimento de independência de pensamento e juízo. Só quando livres em sua maneira de pensar produzem no máximo de sua capacidade.

- Interesse: as pessoas criativas sentem necessidade de assumir crescentes responsabilidades e desafios na área de seus interesses gerais.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Método para melhorar a Criatividade


A primeira coisa a fazer é dar-se permissão para ser criativo, retirar o bloqueio mental e as barreiras artificiais. Talvez por medo ou por serem tímidas, ou por não possuírem habilidades para executar as idéias.

A segunda coisa é abrir-se para as idéias dos outros. Uma idéia nova pode despertar duas ou três outras em você e ainda a possibilidade de combiná-las em uma quarta ou quinta totalmente diferentes.É importante não rejeitar, a priori, as idéias geradas por outras pessoas, por mais irrelevantes que possam parecer.

Fatores positivos à criatividade - Entre as atitudes e providências para motivar a criatividade, destacamos:
- Revele compreensão pelas idéias sugeridas, sem demonstrar preconceitos: idéias que eram inexeqüíveis ontem podem se tornar realizáveis, dependendo das circunstâncias.
- Favoreça oportunidade para que sugestões sejam apresentadas: esteja receptivo, dê atenção e tempo para que as idéias sejam expostas.
- Estimule o pessoal a resolver problemas: ao propor questões, use perguntas provocativas que encaminhem à solução.
- Crie condições para que as idéias sugeridas sejam testadas na prática: quantas iniciativas vitoriosas foram, a princípio, consideradas idéias absurdas?
- Conscientize a equipe no sentido de estar permanentemente aberta às melhorias que aumentem a produtividade: quem lida diretamente com os problemas pode melhor "criar" soluções.
- Valorize a colaboração e recompense as idéias aproveitadas: divulgue os resultados da aplicação, conceda prêmios, publique.

quinta-feira, 25 de março de 2010

O Que é Criatividade?


RESPOSTAS:
1- Criatividade é transformar algo que já existe em algo muito melhor, é adaptar para melhorar.(é uma técnica para desenvolver problemas, aplicada a todas as atividades humanas, pode ser aplicada em qualquer curso: medicina, marketing, finanças, etc....a tudo)

2- Criatividade é a habilidade para produzir idéias novas e úteis ao mercado.
(Antes de usar a imaginação, use a memória)

3-As empresas precisam ser criativas, transformadoras, para permanecer no mercado, o lema é crescer ou morrer. (descobrimento de novos caminhos, considerando o conhecimento como um meio e não como um fim em si mesmo)

4-Temos que mudar, o ambiente hoje se faz necessárias mudanças constantes e para continuar mudando é necessário ser crítico. (amplie a criatividade, faça-a crescer e brotar em novas idéias)

5- Não adianta ser criativo puro e simples, é necessário ter idéias úteis, é utilizar esta idéia.(Nós temos um potencial inesgotável de criatividade.)

Para ser criativo é importante:

1- TREINÁVEL –A criatividade é uma habilidade no indivíduo que pode ser desenvolvida e aumentada com treino.

2- ACESSÍVEL – Todo ser humano possui.

3- TRANSFERÍVEL – A criatividade por ser utilizada em todos os ambientes, escola, família, trabalho, lazer e com todas as pessoas de seu convívio.

4- DIVERTIDO DE PRATICAR – Cada habilidade requer prática, e a prática estimula o cérebro, que muito é importante.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Resumo do livro Quem Mexeu no Meu Queijo? Spencer Johnson


Resumo do livro Quem Mexeu no Meu Queijo? - Era uma vez dois ratinhos e dois homens que viviam no mesmo labirinto. Alimentavam-se apenas de queijo e, como haviam encontrado um quarto repleto dessa iguaria, foram felizes até a comida desaparecer misteriosamente....O livro traz uma bela e divertida fábula mostrando que tudo na vida é mutável. O queijo representa o que desejamos: a felicidade, o amor, o trabalho, o dinheiro. O labirinto representa a vida real, com seus problemas e as saídas que criamos para suplantá-los. A partir da análise da parábola, o autor mostra que é possível encontrarmos um sentido verdadeiro para a vida, por meio da compreensão de nossos desejos e medos.
Título original: Who moved my cheese?

Sobre o autor de Quem Mexeu no Meu Queijo?
Spencer Johnson, M.D., é um do mais amados e respeitados autores no mundo. Ele ajudou milhões de autores de leitores a descobrirem como eles podem aproveitar melhor suas vidas usando verdades simples que levam cumprimento e sucesso no trabalho e em casa. Dr. Johson é geralemente referido como o melhor que há em resolver temas complexos e apresentando soluções que funcionam. Ele é autor ou co-autor de numerosos bestsellers que estiveram na lista do New York Times, incluindo o seu bestseller nº1 "Quem mexeu no meu queijo?" - um jeito maravilhoso de lidar com as mudanças no seu trabalho e na sua vida e o " Gerente Minuto" o mais popular método de gerenciamento do mundo. Depois de graduar-se em psicologia pela Universidade do Sul da California, Dr. Johnson recebeu sua graduação da Faculdade Real na Irlanda, e completou as habilidades médicas na Mayo Clinic e na Faculdade de Medicina da Havard.

Quem Mexeu No Meu Queijo - Parte 1

Quem Mexeu No Meu Queijo - parte 02

segunda-feira, 22 de março de 2010

Botando a paixão para dentro da sua empresa! Por José Luiz Tejon


Quando não há paixão dentro do seu coração, não tem força que o faça causar comoção nos seus colaboradores. E, funcionários não comovidos significa clientes não atingidos.
Sem paixão não existe força suficiente para grandes movimentos. A paixão é uma energia altamente concentrada em um único ponto. Paixão é convicção.
Paixão é a eliminação da dúvida. Aliás, dizem que uma ótima definição de louco é: ''um louco não duvida, se duvidasse não seria louco!''Podemos imaginar o poder de construção da paixão, e também o de destruição, quando ela é colocada a serviço de fanatismos destruidores. Ou, num negócio, quando nos apaixonamos pelo caminho errado. Pela tecnologia obsoleta, pelo segmento de mercado que não existe mais.
O que é interessante observar na vida e nos negócios, é que sem paixão, os resultados são – quase sempre medíocres. A grande questão fica sendo como você pode criar uma empresa ''apaixonada''? Como você pode fazer os seus colaboradores se apaixonarem pela causa do seu negócio? Como a sua empresa pode ser vista como sendo apaixonada pelos resultados dos seus clientes? E, principalmente, apaixonar-se pela causa certa!
Simples, mas nada fácil.
---Mirar na causa certa é a primeira questão. Não comece simplesmente fazer certas as coisas, achando que isso o levará ao sucesso. O que o leva ao sucesso não é fazer certas as coisas e sim fazer as coisas certas. Sutil, não? Mas faz toda a diferença. Esgote o melhor do seu pensamento e das visões de consultores, da análise das tendências do mundo, para prestar atenção nas COISAS CERTAS. Depois sim, preocupe-se em fazer essas coisas corretamente. Nunca antes.
---A segunda questão começa dentro de você mesmo. Você é um líder apaixonado? Se você não está fervendo, como irá esquentar alguém? Portanto olhe para si mesmo, busque auxílio de alguma boa terapia e analise-se. Você está apaixonado pela causa do seu negócio? Se esse sentimento não for intenso dentro do seu coração, não haverá força que o faça causar comoção nos seus colaboradores. E, funcionários não comovidos significam clientes não atingidos.
---O terceiro ponto é o talento de exteriorizar os sentimentos. Não seja um ''economizador'' de sentimentos. Coloque sua paixão para fora. Transfira-a. Vibre com as pequenas vitórias. Corrija as pequenas derrotas. Não existe desgraça ou êxito não anunciado.
A observação atenta do dia-a-dia permite antecipar a tendência. O andamento dos pequenos sucessos e a forma como trabalhamos os pequenos fracassos, antecipam o resultado da grande vitória ou do grande fiasco no futuro.
---E o quarto fundamento dessa base é o empenho com o qual você seleciona pessoas, promove, estimula, corrige, demite.
Não existe plano de treinamento, processo tecnológico, sistema de coaching ou planos de incentivos, que substituam a seleção correta dos seus recursos humanos. Atitude perante a vida e perante o negócio é vital. Habilidade e conhecimento você ensina. Podemos aprender. Mas o talento de agir, reagir, angustiar-se para a busca de soluções criativas. A não resignação frente aos obstáculos e, principalmente a capacidade de ser uma pessoa apaixonada, isso já nasce na seleção da sua equipe. Já vem pronto de formação e de berço. Significa um valor humano mais ou menos desenvolvido em cada um de nós.

Uma empresa apaixonada rumando para a direção certa é absolutamente imbatível!

José Luiz Tejon Megido é escritor, jornalista, publicitário, compositor e executivo, autor de “O Vôo do Cisne” e “O Beijo na Realidade”

domingo, 21 de março de 2010

Faça o melhor para seu cliente, afinal ele é REI.
PÚBLICO ALVO:Recepcionistas, telemarketing, vendedores, atendendentes...

sexta-feira, 19 de março de 2010

Pesquisa de Mercado - Informações

Pesquisa de mercado - Quais as vantagens de ouvir o cliente.


A pesquisa pode evitar fracassos ao seu produto e alavancar os negócios de suaempresa. Uma pesquisa simples e bem conduzida pode detectar oportunidades fantásticas e lucros, vista como investimentos para o crescimento, terá a vantagem de evitar grandes perdas ao seu negócio.

Comece agora, ouça seu cliente, mantenha a qualidade total, o segredo está em saber e atender uma ou mais necessidades dos clientes de forma mais completa que os seus concorrentes.

A qualidade total só é conquistada à medida que se fornece serviços e produtos que realmente estejam enquadrados e até superem as expectativas do cliente.

A PESQUISA - É um levantamento planejado de informações colhidas junto ao cliente, com o objetivo de realizar mudanças e tomada de decisões, conforme forem verificadas as necessidades e percepções colhidas durante a coleta de dados.

Podemos dividir em dois grupos: Pesquisas Específicas e Pesquisas de Satisfação dos Clientes.

Pesquisas específicas – São levantamentos relacionados a tomada de decisões sobre, novos produtos e serviços, além dos atuais, quais as reações e sugestões de seus clientes.

Pesquisa de Satisfação dos Clientes – Visam avaliar as percepções dos clientes em relação a qualidade dos serviços ou produtos, atendimento, preço, concorrência, e muitas outras informações necessárias para beneficiar sua empresa.

quinta-feira, 18 de março de 2010

As 4 Coisas que os clientes desejam


Tanto os clientes externos e internos querem que o produto/ serviço seja de alta qualidade, e também desejam atenção e serem bem tratados.
Você pode demonstrar um atendimento excelente das quatro maneiras a seguir:

1-ATENDIMENTO AMISTOSO E ATENCIOSO – Significa mais do que cortesia, os clientes querem sentir que suas necessidades são importantes. Isso significa estar interessado, dar informações, ouvir com atenção e responder a perguntas. Também inclui respostas amistosas e simpáticas sempre, especialmente quando os clientes estão aborrecidos ou preocupados.

2-FLEXIBILIDADE – Quando o sistema de atendimento não está satisfazendo suas necessidades, os clientes querem que a pessoa que os ajuda “ajuste” o sistema para fazê-lo funcionar a seu favor. Os clientes não querem ouvir um “NÃO”. Eles desejam que você descubra uma forma de conseguir o que eles precisam.

3-RESOLUÇÕES DE PROBLEMAS – Existem 2 formas:
a) Quando o cliente tem problemas comerciais que precisam de alguma atenção, querem ter certeza que você vai ajudá-lo a encontrar uma solução, mesmo que não possa pessoalmente cuidar do assunto, eles querem que você se responsabilize para conseguir uma solução.
b) Eles querem que você reaja aos seus problemas não comerciais.
Ex: Um cliente com um pneu furado em seu estacionamento quer que você faça algo – chame alguém, ou ajude de alguma forma, você o ajuda a visualizar uma forma de ter a conta paga.

4-REPARAÇÃO DE ERROS – Quando um erro acontece, os clientes querem que ele seja rapidamente reparado para ficarem satisfeitos. Eles querem algum tipo de ação que reconheça que um erro foi cometido e que todos os esforços estão sendo feitos para corrigi-lo. Quando você repara um erro , poderá descobrir que seu cliente ficou ainda mais fiel do que antes.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Atendimento ao cliente



Seja gentil e atencioso.
Voce pode está sendo o REI ou pode está sendo o SÚDITO.
A troca de papéis sociais é uma constante em nossas vidas.

Coaching


Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.

O coach (treinador, numa tradução à letra) atua encorajando e/ou motivando o seu cliente, procurando transmitir-lhe capacidades ou técnicas que melhorem as suas capacidades profissionais ou pessoais, visando a satisfação de objectivos definidos por ambos, considerando idéias como a de que o simples fato de compartilhar pensamentos/idéias que estão soltos e poder organizá-los, transformando em uma meta desafiante com um Plano de Ações pode levar a concretizar antigos sonhos.

O trabalho inicia-se normalmente pela definição dos objetivos visados pelo cliente, que podem abranger áreas tão diversas como a gestão do tempo, o relacionamento interpessoal, o trabalho em equipe, a motivação de equipes e outras. As questões ou temas podem ser de origem pessoal ou profissional, carreira, esportes, equipe, enfim, que contribuam para o desenvolvimento de um ou mais clientes.

Definida a meta, antes do Plano de Ações é feita uma análise do que contribui ou impede o alcance da meta, seja por parte do cliente e/ou do cenário em que está inserido. Nesta fase valores e crenças são confrontados com a meta e se há congruência entre eles. O "coach" avalia as forças e fraquezas do seu cliente face aos objectivos visados e ao meio em que este actua, e define um plano que permita alcançar os resultados desejados. Com estas informações, se facilita a definição das fases do Plano de ações, com evidências claras de atingimento, prazo determinado, recursos necessários e o comprometimento do próprio cliente, frente ao desafio factível.

A duração do processo é em geral de 3 a 4 meses, dependendo do caso e da resposta de cada indivíduo, podem atingir resultados significativos através de sessões de uma hora, que podem ser presenciais ou não, depende da disponibilidade do cliente e a técnica utilizada pelo coach. Há co-responsabilidade no processo de coaching, enquanto o resultado é de responsabilidade do cliente. Os resultados são percebidos pelo próprio cliente, como também por pessoas que fazem parte do círculo de convivência.

É uma abordagem de desenvolvimento humano e profissional que tem como objetivo auxiliar profissionais de qualquer área de atuação a maximizar seus resultados com base na otimização de seus próprios recursos técnicos e emocionais.

Com base no desenvolvimento de competências técnicas e emocionais, o coach atua como um "olho externo" para seu cliente. Apoiando-o em seu autoconhecimento através de um ângulo novo de visão.

O coaching pode funcionar como uma forma de estímulo e acompanhamento a longo prazo adaptada às necessidades de desenvolvimento pessoal. Acompanhamento profissional de pessoas em diferente profissões e contextos. Contribuição para a configuração de sistemas de trabalho e de instrução.

Contribuição para a estabilização e o desenvolvimento contínuo do procedimento profissional. Fomento para a motivação, o rendimento, a capacidade de comunicação e o sucesso, aproveitando as capacidades e os conhecimentos comuns do coach e do cliente.

Medida inovadora do desenvolvimento de recursos humanos e instrumento para desenvolver a capacidade de aprendizagem de uma empresa.

Biografia
-Di Stefano, Rhandy; "O Lider Coach: Líderes criando Líderes" - Editora Qualitymark
-Araujo, Ane: "Coach: um parceiro para o seu sucesso" - Editora Gente
-Diniz, Arthur: "Lider do Futuro" - Editora Crescimentum
-Stefano, Elio D Anna: "A escola dos Deuses" - Editora Prolibera
-Coaracy,Jael "Vai Dar Certo - Atitudes de alto impacto para mudar a sua vida" - Editora Best Seller
-Bowles, Sheldon M. / Silvano, Susan / Silvano, Richard: "Kingdomality" - Editora Landscape
-de Paula, Maurício - " O Sucesso é Inevitável - Coaching e Carreira" - Ed. Futura
-Krausz, Rosa R - " Coaching Executivo - A Conquista da Liderança" - Ed. Nobel
-Ciociorowski, Emerson: "Executivo, o super-homem solitário" - Editora Ideias & Letras



Como pessoas comuns se tornam extraordinárias Autor do livro: Eduardo Oliveira

segunda-feira, 15 de março de 2010

Benefícios do Call Center - Cliente x Empresa


- Disponibilidade de um serviço de atendimento gratuíto.
- O Cliente auxilia a empresa em como melhorar o produto indicando erros.
- Contato direto e estruturado
- Otimização do Atendimento
- Acesso facilitado a informações através de uma estrutura dedicada e profissional implantada com essa finalidade.
- Cliente dá idéias de novos produtos
- Possibilidade de compra ou demais serviços sem necessidade de locomoção
- Importante apoio para a propaganda
- Acrescenta valor para seu produto ou serviço.
Fonte: www.bretzke-marketing.com.br

domingo, 14 de março de 2010

Feedback: Importância e Metodologia

Feedback: Importância e Metodologia

Bruno Mascarenhas Rocha

Um dos instrumentos de gestão mais difundidos nas organizações, sem dúvidas, é o feedback. Mas será que os profissionais dão ao recurso do feedback uma atenção adequada?

Ao definir feedback como "o procedimento que consiste no provimento de informação a uma pessoa sobre o desempenho, conduta ou eventualidade executada por ela, objetivando reprimir, reorientar e/ou estimular uma ou mais ações determinadas, executadas anteriormente" em um artigo publicado há alguns anos, tentei transmitir as possibilidades desta ferramenta e esclarecê-las aos seus usuários.

Tenho entrevistado muitos profissionais de empresas dos mais variados segmentos para analisar como esse recurso tem sido utilizado e, para minha surpresa, poucos são aqueles que aplicam – de forma adequada – o famigerado feedback. Muitos utilizam essa ferramenta como uma forma de cobrança, de gerir e criar pressão, competitividade entre os funcionários. Mas esse, definitivamente, não é o objetivo deste instrumento.

O objetivo do feedback (para quem aplica) deve ser o de mostrar ao outro como ele é visto por nós, com a finalidade de maximizar seu desempenho ou de readequá-lo ao objetivo proposto por nós.

Para quem recebe, o feedback deve ser tratado como um presente, como algo que devemos aproveitar. Tenho visto muitos profissionais queixando-se de assédio moral, dizendo até mesmo que seus gestores pouco conhecem de seu trabalho e só citam situações inexistentes, que são exploradores e doutrinários. Pode até ser verdade, mas cá pra nós, será que esses profissionais realmente são vítimas de seus gestores? Será que por serem tão resistentes, não conseguem enxergar seus defeitos e as oportunidades de melhoria? Temos que ser mais receptivos, tentar aceitar que o outro consegue enxergar em nós coisas que não podemos e não conseguimos perceber. Temos de ser humildes e inteligentes para ouvir, assimilar tudo que nos foi passado, tentando melhorar nos pontos descritos – mesmo que entendamos que o outro está errado sobre nós.

Este processo melhora nosso auto-conhecimento, reformula nossas atitudes e nos faz perceber melhor nossos pontos a desenvolver. Todos os profissionais devem dedicar um tempo do seu dia-a-dia para aplicar e receber feedbacks, mesmo que não seja uma prática comum em suas organizações.

Técnicas para aplicação adequada
Existem algumas técnicas muito eficientes para quem vai fornecer um feedback. A mais conhecida é a técnica "sandwich" ou sanduíche, no bom e velho português.

Essa técnica pode ser feita tanto para atitudes positivas quanto para pontos a desenvolver, e consiste em segmentar o feedback em três etapas:

1 – Reconheça uma atitude ou valor positivo no receptor (Ex.: seu esforço tem sido admirável, sua determinação é louvável, você tem contribuído bastante para nossa produtividade, sua inteligência tem nos ajudado a elaborar relatórios etc.).

2 – Forneça o feedback. Sempre focado em comportamentos (Ex.: Sua apresentação este mês não está sendo eficiente, seu discurso ontem não foi adequado para a situação etc.), não na identidade (Ex.: Você não consegue fazer cálculos, você não é capaz de criar sinergia na equipe, você é ruim para trabalhar em equipe etc). Ao invés de dizer: "admiramos seu trabalho, mas você...", diga: "admiramos seu trabalho e gostaríamos que você...".

3 – Você deve "fechar o sanduíche" com outro reconhecimento. Desta vez, orientando ao futuro e de forma positiva (Ex.: Acredito que, no futuro, você será capaz de apresentar nossos resultados de forma eficaz).

Na técnica "sanduíche", nós inserimos o feedback no meio de dois elogios. Isso faz com que a pessoa que o está recebendo, torne-se mais receptiva e atenta aos conselhos e direcionamentos passados. Esta técnica foi definida através de muitas pesquisas ligadas à programação neuro-linguística (PNL) e é muito eficaz.

Outra técnica eficiente e um pouco menos popular, é a "3x1" (três por um). Esta consiste basicamente em quatro etapas, sendo três elogios e um feedback. Deve ser utilizada apenas quando devemos ressaltar pontos a desenvolver (atitudes fora do padrão desejado). Para aplicarmos esta técnica, devemos sempre fazer o cálculo:

Para cada ponto a desenvolver, devo ressaltar três elogios. Ou seja, se preciso apontar duas atitudes que saíram dos padrões, é importante ressaltar seis comportamentos ou atitudes positivas. Exemplo: "Carlos, seu conhecimento acadêmico contribui muito para a elaboração de relatórios gerenciais de sua equipe, sua capacidade de transformar a teoria em prática é admirável e combina com seu tato para novos negócios. Gostaria que através dessas habilidades, você disseminasse melhor seus conhecimentos para os outros colegas de equipe. Entendo que desta forma, conseguiríamos resultados ainda mais satisfatórios!".

Perceba que não é fácil aplicar essa técnica. É preciso, antes de tudo, estudar e analisar o caso. Na citação acima, o profissional tinha grande conhecimento acadêmico, iniciativa para pôr projetos em prática e talento para novos negócios. Mas esse profissional não dividia seus conhecimentos com a equipe, o que é extremamente prejudicial para o negócio. Neste caso, a técnica "três por um" é extremamente eficiente e faz com que o profissional perceba a necessidade de melhoria.

Mais importante que qualquer técnica, é a conscientização que o feedback deve ser sincero e deve transmitir uma situação real. Não deve ser contaminado com "achismos" nem com "intuição". É uma ferramenta eficiente e eficaz – quando utilizada com fatos e dados reais. Portanto, de boa fé, use sem moderação!

sábado, 13 de março de 2010




Animação que descreve sucintamente a Janela de Johari, uma ferramenta conceitual, criada por Joseph Luft e Harrington Ingham em 1955, que tem como objetivo auxiliar no entendimento da comunicação interpessoal e nos relacionamentos com um grupo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Toda empresa precisa ter gente que erra, não tem medo de errar e aprende com o erro. (Bill Gates)

quinta-feira, 11 de março de 2010

Crie seu oceano azul


Chan Kim, co-autor do mais aclamado livro de estratégia do momento, adapta sua teoria de negócios para a gestão de carreira.
Com exclusividade para você

Por Maria Tereza Gomes, de Fontainebleau, França
Henry Arden/Corbis

O que diferencia perdedores de vencedores? O que torna algumas empresas ícones de uma época enquanto outras naufragam, tentando vencer a concorrência? O que têm de diferente Michael Bloomberg, atual prefeito de Nova York, e o pesquisador da Unicamp Fernando Galembeck? O professor sul-coreano Chan Kim, da escola de negócios Insead, na França, diz ter encontrado a resposta: ganhadores não competem com os rivais -- eles os tornam irrelevantes. A base disso está na maneira como elaboram e executam sua estratégia para o futuro. Kim é co-autor de A Estratégia do Oceano Azul (Ed. Campus/Elsevier), um fenômeno editorial em todo o mundo. Ao estudar a história econômica do último século, ele descobriu que as empresas que inventam seu próprio ambiente de negócios nadam livres num oceano azul, no qual a concorrência não faz a menor diferença.

COMO SURGIU O OCEANO AZUL
Cenário que intrigou Chan Kim e Renée Mauborgne: o mundo atual tem mais oferta do que demanda. A produtividade cresceu drasticamente e a globalização fez surgir novos fornecedores, como a China. Ao mesmo tempo, a população da Europa e do Japão está diminuindo e a taxa de natalidade no resto do mundo não pára de cair. Para tumultuar ainda mais a vida dos executivos, os acionistas estão mais espertos, pois têm informações antes restritas. Para responder a esse caos, as empresas adotam a mesma
estratégia: buscam mais lucro e mais crescimento com menor custo.

Oportunidades alternativas, em que suas competências serão úteis. Pare de A constatação: como adotam a mesma estratégia, todas as empresas estão se afogando no oceano vermelho da competição sem fim, tentando vencer a concorrência a qualquer preço.
A descoberta: as empresas que fizeram movimentos estratégicos vencedores entre 1880 e 2000 não recorreram à concorrência como paradigma. Alinharam inovação com utilidade, preço e ganhos de custo: em vez de se esforçar para superar o concorrente, concentraram-se em torná-lo irrelevante. Desbravaram mercados inexplorados. Criaram oceanos azuis.

Para Kim, a mesma regra vale para os profissionais. Tudo começa com uma mudança de foco. Pare de olhar para profissionais concorrentes. Pense em enxergar apenas o cliente (chefe e equipe) e analise os não-clientes. Resista à tentação de julgar
o seu sucesso pelo sucesso do outro. Um dos exemplos preferidos de Kim vem do Cirque du Soleil, o circo canadense que arrasou em sua passagem pelo Brasil no ano passado. Guy Laliberté criou seu oceano azul ao eliminar atributos do espetáculo tradicional, como os animais, e em seu lugar ofereceu a vibração do circo aliada à sofisticação intelectual do teatro. Ao estudar movimentos estratégicos como esses, Kim e a coautora de Oceano Azul, Renée Mauborgne, também professora do Insead, descobriram fatores em comum que podem ser copiados por qualquer empresa ou profissional. A partir daí, montaram a metodologia que vem sendo usada por empresas de todo o mundo. Uma das ferramentas é chamada de quatro passos da visualização da estratégia. Em meados de janeiro, Kim recebeu VOCÊ S/A (leia entrevista na página ao lado) e topou o desafio de adaptá-la para a gestão de carreira. Comece agora a criar seu oceano azul.

PASSO 1: O DESPERTAR VISUAL
Kim diz que a primeira coisa que percebe quando a empresa vai elaborar sua estratégia é que ela não se conhece. Com os executivos acontece a mesma coisa. Acabam elaborando planos que não se concretizam ou vão custar muito mais caro que o previsto. No caso dos profissionais, uns se acham melhores do que são e outros vivem inseguros, pensando que são piores do que são. Neste primeiro passo, o objetivo é montar uma matriz de valor, em que constam suas principais competências e aquelas que ainda precisam ser desenvolvidas. "Você desenha quem deseja ser", diz Kim. No mesmo gráfico (veja modelo ao lado), repita a operação com o perfil de um profissional que você admira e respeita. Talvez essa pessoa não exista, mas você pode colocá-la como um target ideal. Ao comparar as duas linhas, você visualiza onde está em relação ao que pode ser. Pessoas, tampouco reproduzem fotografias.

PASSO 2: A EXPLORAÇÃO VISUAL
Vá a campo para descobrir como você está sendo percebido. No caso de uma empresa, isso significa entender como seus produtos e serviços são usados e percebidos pelos clientes. Assim como elas, você jamais deve terceirizar seus olhos e ouvidos. "Nada substitui a própria percepção -- os grandes artistas não pintam seus quadros com base em descrições apresentadas por outras pelos próprios olhos", diz Kim. Michael Bloomberg, antes de virar prefeito de Nova York, criou o mais inovador serviço de informações financeiras a partir da observação de que os operadores usavam papel,
lápis e calculadora eletrônica para anotar as cotações e calcular os preços antes de tomar decisões sobre que ações comprar ou vender. Ele mesmo comentava que a idéia deveria ter sido óbvia para qualquer um que observasse que o mercado estava carente de ferramentas que ajudassem a interpretar os dados.

É claro que o primeiro a opinar deve ser seu cliente (no caso, o chefe e a equipe), mas você deve ir atrás também do não-cliente. Não basta conversar. Também é preciso analisar como eles podem encontrar maneiras alternativas de suprir as necessidade que hoje são atendidas por você. A seguir, desenhe uma nova matriz estratégica para sua carreira. O desafio é identificar com sucesso, em meio à pilha de possibilidades existentes, as oportunidades realmente atraentes. Continue sua exploração visual usando aquilo que Kim chama de o modelo das seis fronteira:

a. As competências alternativas: seu concorrente não é apenas quem faz amesma coisa que você. É também quem tem competências alternativas às suas. Restaurante e cinema são opções de lazer distintas, mas as pessoas vão a eles com o mesmo objetivo: lazer fora de casa. Quem pode concorrer com você?
b. Examine os profissionais estratégicos dentro da empresa: descubra aqueles que cultivam as mesmas diferenças fundamentais. Estude-as.
c. Examine sua cadeia de clientes: questione a definição convencional sobre quem deve e pode ser cliente de suas competências. A Canon criou a indústria de copiadoras de mesa deslocando o cliente-alvo (as empresas) para o usuário final. Qual é a sua cadeia de clientes?
d. Examine a oferta de competências complementares: o oceano azul geralmente se oculta em produtos e serviços complementares aos oferecidos hoje. O estacionamento e a pipoca, por exemplo, são complementares ao cinema.
e. Examine qual é o seu apelo: você oferece mais competências técnicas ou de gestão? Lembre-se que profissionais com apelo gerencial aumentam seu valor de mercado sem oferecer novas habilidades técnicas. No sentido contrário, os técnicos podem ganhar nova vida acrescentando gestão ao seu portfólio.

f. Examine o transcurso do tempo: todos estamos sujeitos a tendências externas que afetam a carreira ao longo do tempo. O problema é que tendemos a nos concentrar na projeção da tendência em si. Daí ajustamos nosso ritmo a ela. No entanto, segundo Kim, os insights mais importantes para a estratégia do oceano azul raramente brotam da tendência em si. Em vez disso, surgem de especulações sobre como a tendência mudará o valor para os clientes e como mudará o modelo de negócios deles.

O VALOR DA COMPETENCIA Use o modelo abaixo para montar sua matriz de competências. Ao terminar o exercício você visualizará em quais precisa investir para alcançar sua meta de carreira:

PASSO 3: VISUALIZE A ESTRATÉGIA Para cada estratégia visual (por exemplo: melhorar seu relacionamento interpessoal, aprender a negociar etc.), escreva uma mensagem consistente que reflita a essência dela. Qualquer idéia cuja explicação leve mais de dez minutos é complicada demais para ser boa. Se não tiver foco, singularidade e mensagem consistente, a estratégia vai encalhar ou terá execução dispendiosa de tempo e dinheiro. Apresente sua nova matriz visual para clientes e não-clientes. Prepare-se para descartar aqueles atributos que não despertarem a atenção visual dos "juízes".

PASSO 4: COMUNICAÇÃO VISUAL
Agora que você já sabe o gap entre o que é e o que deseja ser, pode montar seu plano estratégico para cruzar a distância entre as duas linhas. Para isso, faça quatro perguntas-chave:

1. Quais atributos que o mercado considera indispensáveis devem ser eliminados porque manterão você nadando num oceano vermelho?
2. Que atributos devem ser reduzidos bem abaixo dos padrões de mercado?
3. Que atributos devem ser elevados bem acima dos padrões do mercado?
4. Que atributos nunca oferecidos devo criar?
Para finalizar, divulgue a sua nova estratégia. "Ela deve ser o ponto de referência em todas as suas decisões de carreira, desde uma mudança de emprego até um investimento em desenvolvimento profissional", diz Kim.

TORNE A COMPETIÇÃO IRRELEVANTE Chan Kim diz que a melhor hora para mudar a estratégia é quando você está dando resultados e o acionista está feliz.

Chan Kim, um sul-coreano franzino e simpático, me recebeu em sua pequena sala de professor no campus do Insead, em Fontainebleau, interior da França. Não mais de 2 metros quadrados abrigam uma escrivaninha, duas cadeiras (a dele e a do visitante), um computador e uma prateleira forrada com cópias do seu livro A Estratégia do Oceano Azul, publicado em 36 línguas, o suficiente para ser lido em 180 países. Kim é um autor orgulhoso da sua obra. Imprime e me entrega uma página onde está a
maioria das capas, incluindo as em grego, hebraico e português. Trata-se do maior sucesso da editora Harvard

Business School Press desde o americano Michael Porter, que teve Estratégia
Competitiva traduzido para 19 línguas. Só que este foi lançado em 1981 e Oceano Azul ainda não tem dois anos.

Kim não conta a idade. Diz-me que é um compromisso que tem com a também professora do Insead Renée Mauborgne, a co-autora de Oceano Azul. Renée, uma francesa loira e bonita, prefere evitar o assunto, e Kim diz que, para não constrange-la, a seguiu. Fico com a impressão de que ele também prefere manter o mistério. Quando nos encontramos no começo do ano, Kim estava envolvido com o lançamento previsto para 1o de abril do Insead Blue Ocean Strategy Institute. O centro de estudos recebeu 25 milhões de euros para desenvolver novas pesquisas e produzir material sobre a estratégia que está apaixonando executivos no mundo inteiro. A seguir, trechos da entrevista exclusiva de Kim para VOCÊ S/A.

A estratégia do oceano azul pode ser usada pelas pessoas?

Claro. Além de ser uma maneira diferente de pensar, traz ferramentas, conceitos e metodologias adaptáveis a todos, inclusive nações. Vamos a um exemplo: quando alguém está concorrendo a uma vaga no trabalho, a primeira coisa que faz é analisar a competição, quem está se candidatando para o mesmo emprego, qual é o seu perfil. Enfim, quer saber qual é o seu diferencial. Então, tenta se destacar em relação ao outro. Esse é o jeito de pensar típico da estratégia competitiva. Mas, quando avaliamos quem realmente tem sucesso, encontramos profissionais que não são necessariamente os que têm a melhor educação, o visual mais apurado, a personalidade mais charmosa. Muitas vezes, eles nem são os mais capazes. Então, por que ser melhor o tempo todo quando há pessoas sem qualificação tendo sucesso na carreira? A questão
que você deve se colocar é como criar uma carreira excepcional sem competir
com o colega ao lado.

O senhor pode me dar um exemplo?
Um aluno de MBA relatou problemas para arrumar namorada, embora se considere bonito,
inteligente, um bom partido. Enquanto isso, seu amigo é baixo, nem tão bonito nem tão inteligente, mas um verdadeiro casanova. O aluno queria uma estratégia para sair desse oceano vermelho. Então, eu fiz com ele os quatro passos da visualização (veja nesta reportagem). O rapaz descobriu que as mulheres buscam mais que beleza e inteligência. Ao se comparar com o casanova, descobriu qualidades como ternura e simpatia, que ele não tem. No final, o aluno começou um plano estratégico que incluía exercitar uma voz mais suave.

E o aluno arrumou namorada? Certamente. O importante é que não se trata de uma estratégia de gênio. É de senso comum, que ajuda a pensar diferente.

Quando fazer a estratégia do oceano azul?
Não espere pela crise. Faça isso enquanto está produzindo bons números e o
acionista está feliz. Mesmo que você pense que sua estratégia atual está indo
bem, quando fizer os quatro passos verá que está nadando num mar vermelho.

Algum conselho para os líderes de empresa?
Muitos confundem liderança forte com autoritarismo. Deixam de comunicar, de engajar as pessoas. Perdem tempo ao não
engajá-las no processo estratégico desde o primeiro minuto da execução. Elas precisam acreditar na causa.

O que o senhor sabe sobre os executivos brasileiros?

Já me disserem que nas reuniões fala-se muito, mas no final é o chefe quem decide. Eu recomendaria mais disciplina, um processo sistemático de decisão. Não é falar muito, é procurar o engajamento com regras.

Fonte: Revista Você S/A

quarta-feira, 10 de março de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

JULGAMENTO DO CLIENTE - REI

Os clientes julgam uma empresa baseada em como elas respondem aos erros, do que em como elas atendem no dia-a-dia, contudo um serviço de qualidade e um tratamento extraordinário ao cliente, voce pode receber dela a nota mais alta.

Voce pode deixar o cliente maravilhado, escolhendo ações que estejam acima e além da obrigação, e isso aumentará a fidelidade do cliente.

Casos

Vocã ainda acredita que esse CLIENTE vai CONTINUAR a usar os serviços dessa EMPRESA?
ACREDITO QUE NÃO.

RECLAMAÇÃO: http://www.reclameaqui.com.br/486357/corpo-perfeito/envio-de-produto-errado-atendimento-ineficiente/

Envio de Produto errado + atendimento ineficiente
No dia 21.01.2010 recebi o pedido nº 30240211, onde foi solicitado o produto Perfect Whey Protein (importado) - 900gr, fabricado pela empresa Natures Best, porém ao abrir a caixa, deparei-me com o produto "Four Whey Protein", fabricado pela empresa Suplemente, 1.500gr, com valor inclusive, menor ao do produto que eu REALMENTE pedi. Imediatamente entrei em contato com o atendimento 21 3243-5353, onde a atendente informou que seria feita uma coleta do produto errado e posterior envio do correto - mas sem previsão alguma de quando isso iria acontecer - sendo que de início já estou no prejuízo, pois paguei ainda uma taxa adicional para que a entrega fosse mais rápida. Hoje, dia 25.01.2010 entrei em contato novamente com esta central (que, por sua vez, é uma luta para conseguir ser atendido - 2 horas tentando) onde a atendente "Ana" afirma que a Ordem de coleta da mercadoria errada ainda não foi feita e que não há previsão (NOVAMENTE) de quando terei a solução deste caso. Quando questionei novamente o porque de não haver previsão, a atendente desligou na minha cara. Realmente me sinto [editado pelo Reclame Aqui], pois em 21.01.210 enviei um e-mail para a Ouvidoria do site, que por sua vez nem ao menos retornou meu contato.
O desrespeito desta empresa com os clientes é absurdo. Pretendo acionar o Procon em breve caso não retornem com uma solução.

CASO RESOLVIDO: Na realidade, ontem (04.02.2010) já solucionaram o caso. O grande problema foi conseguir falar com o atendimento nesses 15 dias de demora para a resolução. Quando conseguia, dificilmente eles possuíam posições concretas sobre o andamento da minha solicitação. Em suma, é necessário que essa empresa reavalie seu atendimento ao cliente, o tempo de resposta, pois dessa forma e com a grande quantidade de reclamações, pode acabar perdendo mercado.

Ligações inesquecíveis

O atendimento ao cliente inclui todas as interações que você tem com um cliente enquanto está realizando um negócio, bem como os processos ( técnicas e procedimentos, entretanto, outras habilidades são necessárias , especialmente quando o serviço básico ou o sistema de atendimento não satisfazem as necessidades ou expectativas do cliente. Essas habilidades são parte do atendimento EXTRAORDINÁRIO AO CLIENTE, que ajuda a garantir sua fidelidade.
O MODELO HUMANO - COMERCIAL - Quando você trabalha com um cliente, a comunicação acontece simultaneamente em 2 níveis: nível humano e nível comercial.
Existem algumas necessidades humanas que precisam ser satisfeitas durante as interações comerciais, tais como um tratamento gentil, atenção e aceitação do ponto de vista do cliente. Quando os clientes estão aborrecidos com algum aspecto do serviço ou do sistema de atendimento no nível humano, pois as necessidades humanas quando não reconhecidas ou não realizadas podem afetar o lado comercial e gerar conflitos.

Em qualquer interação: é importante INICIAR A CONVERSA no nível HUMANO ANTES DE COMEÇAR A NEGOCIAR. ENTÃO DIGA ALGO DURANTE A INTERAÇÃO QUE NÃO SEJA COMERCIAL. Finalmente, quando chegar a um acordo, TERMINE NO NÍVEL HUMANO. Em situações onde os ânimos estejam exaltados, retorne ao nível HUMANO.

MODELO HUMANO COMERCIAL – Demonstra que as interações no nível Humano que você tem com os clientes externos ou internos são tão importantes quanto a qualidade do serviço ou do próprio produto. Elas sempre são importantes, mas não fundamentais quando alguém está aborrecido.

REGRA: Iniciando e terminando todos os contatos e interações no Nível Humano, você pode fazer os clientes sentirem-se importantes e bem tratados.

O que é Atendimento ao Cliente?

Você está HOJE NUM MERCADO DE TRABALHO e entre um grupo crescente de pessoas que trabalham numa empresa dedicada a satisfazer às necessidades de outras pessoas.
As empresas de hoje tem um desafio completamente diferente das de antigamente porque as expectativas dos clientes em relação ao atendimento aumentaram consideravelmente.

Muitas empresas estão usando o atendimento extraordinário para se diferenciar, e conquistar a fidelidade do cliente.
FIDELIDADE -UM DESEJO DE CONTINUAR A SER ATENDIDO E FALAR BEM DA EMPRESA

Quando atendemos, temos que fazer isso com dignidade, e tratar o cliente com respeito e deferência, simplesmente porque ele é o CLIENTE. Ao mesmo tempo, esperamos o mesmo tratamento quando nós somos os clientes.
Quem não é rei, é súdito!


A empresa deve está pronta para o Atendimento, sem desculpas ou quebra de confiança.
E quem é a empresa? Quem a representa?
Resposta: Você

Informações históricas do Código de defesa do consumidor

CÓDIGO DE DE DEFESA DO CONSUMIDOR

http://www.baixatudo.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor